O pior é que o analfabetismo pode ser classificado em:
1)analfabetismo (puro e simples);
2)analfabetismo nível rudimentar;
3)analfabetismo nível básico;
4)analfabetismo nível pleno;

O indicador nacional de analfabetismo funcional (INAF) foi criado em 2001.
Com este índice pode-se constatar que a maioria dos alfabetizados no nível rudimentar e básico não costuma ler livros (29% e 16%) ou só lêem um tipo de livro (42%), geralmente a Bíblia ou livros religiosos. Só entre pessoas alfabetizadas no nível pleno temos uma maioria de leitores que diversifica seus interesses: 33% costumam ler dois gêneros e 34% três ou mais gêneros, incluindo, além dos religiosos, as obras de ficção, biografia e história, ensaios e livros técnicos, entre outros.
Desse pequeno post, resta-nos a seguinte conclusão, conforme mencionada no site :
é preciso reconhecer que a promoção do alfabetismo não é tarefa só da escola! É dever de todos nós!








3 comentários:
Acho que agora você entendeu a importância da blogagem. Imagina todos esses números gritando a nossa frente no menino de rua que vemos todos os dias?
Muito boa a sua postagem.
Parabéns pelo desempenho.
Valeu.
Bom fim de semana
O incentivo e o gosto pela leitura por prazer deve vir desde criança.
Leitura por obrigação é a pior coisa que existe.
Elvira
O problema é que isso não é de fácil solução. Temos problemas estruturais e políticos que passam pelas regras da aprovação automática e vão até a questão da qualidade dos professores. A leitura não tem nenhum estímulo. Sem falar que livro em nosso país custa muito caro. Enquanto políticos não souberem que a população quer ensino de qualidade, e mostrarmos isso nas urnas, ainda vamos ficar com o papo de que a solução é os Amigos da Escola.
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